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‘CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL’ HUMANIZA ATENDIMENTO AO PÚBLICO COM OFERTA DE PSICÓLOGOS DURANTE EVENTO

access_time30/04/2026

‘CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL’ HUMANIZA ATENDIMENTO AO PÚBLICO COM OFERTA DE 
PSICÓLOGOS DURANTE EVENTO


Iniciativa é coordenada pelo Instituto Maria José, braço social da MJ MUSIC. Profissionais 
ficam em uma sala de acolhimento. O atendimento é gratuito


Muito do sucesso do “CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL”, label que já rodou o país esgotando 
ingressos e que vai percorrer os quatro cantos do Brasil até o final deste ano com Ícaro & 
Gilmar, Panda e Humberto & Ronaldo, está no tratamento diferenciado ao público. 


O projeto que inclui outros artistas como os DJs Pedro Volt e Comandante, o “pagonejo” do 
CDB e o locutor Pedro Lima garante pelo menos dez horas de entretenimento por edição, 
sendo mais de quatro horas de shows apenas com os artistas do “CE TÁ DOIDO”. 
Pensando no bem-estar do público e preocupado com o conforto e segurança não só física 
como psicológica do mesmo, o Instituto Maria José (IMJ), braço social da MJ MUSIC, oferece 
uma sala de acolhimento com psicólogos e intervencionistas em todas as edições.

“O objetivo é ajudar as pessoas em suas vulnerabilidades, apostando em uma contenção de 
redução de danos”, explicou a coordenadora de apoio psicológico do IMJ, Brenda Barbalha.
As situações atendidas na sala de acolhimento compreendem crises, como de ansiedade e 
de neurodivergências, ocorridas durante o Festival e também orientação para pessoas que 
estão na área PCD. “Nosso atendimento tem um foco majoritário nas mulheres que podem 
sofrer algum assédio durante o evento. Também atendemos e orientamos sobre possíveis 
casos de racismo e homofobia, por exemplo”, detalhou Brenda. “Esse serviço é estendido a 
equipe que atua no projeto”, complementou. 


“É o respeito que o público que nos acompanha merece”, justificou o empresário Michel 
Cabral. Ele, ao lado dos irmãos Fernando e Rafael Cabral, estão à frente da MJ MUSIC, uma 
das maiores empresas de entretenimento do país. “Inúmeras situações durante um show, 
que muitas vezes é usado para descontrair e extravasar, podem expor pessoas e suas 
vulnerabilidades. Estamos, neste contexto, prontos para ajudar, para acolher”, finalizou 
Dhionnata Nunes de Oliveira, presidente do IMJ. 


“Eu nunca tinha visto nada parecido. Um trabalho muito importante e que a gente só se dá 
conta quando precisa”, afirmou Ana Lopes que participou da edição de Brasília (DF) do “CÊ 
TÁ DOIDO FESTIVAL”.


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@instituto.mariajose


CONTATO DP ASSESSORIA
Daniel Petroski

 

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